IA pode apoiar pesquisas, hipóteses e produção. Não substitui validação humana, autorização sobre dados de clientes, respeito à autoria ou senso crítico na entrega.
01 / Onde a IA pode ajudar
Ferramentas de IA podem ser usadas para organizar informações, explorar alternativas, sintetizar material autorizado, testar abordagens e acelerar tarefas de produção. A adequação depende do projeto, das limitações da ferramenta e das condições contratadas.
A presença de IA em um processo não deve ser ocultada quando for material para direitos, confidencialidade, escopo ou decisão do cliente.
02 / Dados e confidencialidade
Antes de inserir informações em ferramentas externas, é preciso avaliar permissões, contratos, acesso, configuração de retenção e finalidade. Materiais confidenciais, dados pessoais e informações estratégicas não devem ser enviados indiscriminadamente.
Não utilize dados de pacientes, prontuários ou outros conteúdos sensíveis recebidos de clientes sem necessidade, base legal e salvaguardas adequadas.
03 / Direitos autorais e identidade
Saídas automatizadas requerem análise de originalidade, direitos de terceiros, licenças e adequação ao posicionamento da marca. A lemons busca não apresentar material de terceiros como criação própria nem utilizar conteúdo gerado sem revisão apropriada.
04 / Validação humana
- Conferir dados, referências, contexto e informações factuais relevantes.
- Revisar vieses, estereótipos e efeitos potenciais sobre grupos representados.
- Documentar decisões importantes e manter responsabilidade editorial.
- Evitar a fabricação de resultados, depoimentos, portfólios ou estudos de caso.
05 / Clientes e projetos
O uso de IA em trabalhos contratados deverá observar o escopo e as restrições estabelecidas com cada cliente. Essa diretriz complementa o Código de Ética e os compromissos de confidencialidade.
Clareza não
é detalhe.
Uma política só faz sentido quando pode ser compreendida e aplicada.
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